sexo na gravidez

BEBÉ
VIRTUAL

Tudo o que precisa saber neste momento tão especial !!!

Sexo durante a gravidez

Durante a gravidez, o sexo é um importante, muitas vezes negligenciado, aspecto de uma relação.

Enquanto uns casais acham que a gravidez proporciona uma nova dimensão ao sexo, para outros causa preocupações e receios.

É seguro?
Níveis de desejo
Posições
Alternativas ao sexo

É seguro?

As preocupações sobre segurança são comuns. O que acontecerá se a mulher tem um orgasmo? A penetração do pénis poderá magoar o bebé? A actividade sexual pode provocar um aborto?

Na realidade não existe nenhuma evidência médica de que a actividade sexual durante a gravidez possa causar algum dano. Os únicos casos em que provavelmente será aconselhada a não praticar sexo são:

- Se tiver tendência para abortar. É possível que o seu médico a aconselhe a não ter sexo durante os primeiros três meses ou nas alturas em que teria o período pois os níveis de hormonas estarão bastante baixos.
- Se teve anteriormente um parto prematuro, será melhor evitar praticar sexo nos últimos meses de gravidez.
- Se tiver uma placenta descaída.

O bebé está muito bem protegido pelas paredes musculares do útero e pela bolsa de águas, que tem um efeito almofadado.
Nenhum dano acorrerá se praticar sexo terno e calmo.
Algumas mulheres sentem contracções moderadas durante a estimulação e o orgasmo, mas não são fortes o suficiente para induzir ao parto a menos que este esteja eminente.
O sexo não provocará um nascimento a menos que o corpo da mulher esteja pronto. Todavia uma relação sexual ou a estimulação dos mamilos podem servir para induzir ao parto se já passaram as 40 semanas. O sémen vai amolecer a cerviz e as hormonas, libertadas pela estimulação dos mamilos, levam o útero a contrair-se.

Níveis de desejo

O comportamento sexual na gravidez difere muito de pessoa para pessoa. Alguns casais não conseguem conciliar o corpo de uma grávida com a ideia que têm de uma mulher sexualmente atraente. Por vezes, a mulher sente-se doente ou enjoada e, por isso, está longe de se sentir sexy e o homem tem medo de magoar o bebé. Se sentem isto é importante que conversem sobre o assunto para esclarecer que, lá por não quererem praticar sexo, tal não significa que já não se amam e que não querem estar juntos.

Por outro lado, muitos casais acham que a gravidez melhorou a vida sexual pelas seguintes razões:
- Nenhum de vocês precisa de se preocupar com contraceptivos
- As mulheres estão libertas da incómoda menstruação
- Algumas mulheres sentem-se mais excitadas devido ao aumento do fluxo sanguíneo na zona pélvica
- Os homens gostam das mudanças ocorridas no corpo da mulher – peitos maiores e ancas mais redondas são característicos em muitos sonhos masculinos.

Posições

Ter uma grande barriga pode ter um efeito positivo quando chega o momento de praticar sexo. A posição de missionário deixa de funcionar e serão forçados a experimentar novas posições para se sentirem mais confortáveis:
- Mulher em cima – permite à mulher controlar a penetração, tira peso da barriga e dá ao homem uma grande visão;
- Por trás – a mulher com os joelhos e as mãos em cima da cama e o homem ajoelhado por trás. Experimentem numa posição em que se sintam bem mas sejam suaves porque assim a penetração será maior.
- A colher – Os dois deitados para o mesmo lado, a mulher à frente e o homem a penetrá-la por trás. Assim evitam o peso da barriga e a penetração é menor o que será preferível no fim da gravidez.

Alternativas ao sexo

Muitos casais acham que a gravidez é um momento para experimentar e desenvolver novas maneiras de fazer amor. Aprenderem a agradar um ao outro sem ocorrer penetração pode, na verdade, melhorar a vida sexual.

Podem por exemplo, tentar momentos de relax em conjunto fazendo massagens um ao outro em todo por todo o corpo. Podem tomar longos banhos à luz das velas e depois limparem-se cuidadosamente um ao outro com toalhas aquecidas. Podem tentar alcançar o orgasmo com estimulação externa manual... etc. As hipóteses são infinitas desde que ponham a imaginação a funcionar.

 

Mais artigos relacionados:

 

 



 

 

 

As informações disponibilizadas neste site têm propósitos educacionais e orientadores,
e não representam um substituto para o aconselhamento e/ou tratamento médico especializado.