A
depressão pós-parto pode variar de caso para
caso
Os
sintomas da depressão pós-parto não
são
iguais para todas as mulheres. Existe uma forma camuflada,
não
identificada, que é a mais grave.
A mulher não a manifesta, porque não tem consciência
de que está deprimida.
Expressa
esta depressão através do corpo: estará sempre
cansada ou, ainda, pode camuflar a doença desenvolvendo
mil actividades ao mesmo tempo.
Essa forma de depressão, inconsciente, é perigosa porque ninguém
a reconhece como doença.
Uma
criança que viva num ambiente depressivo terá dificuldades
no seu desenvolvimento. Um filho de mãe deprimida
será uma
pessoa insegura em relação a tudo o que a
rodeia.
Terá problemas de compreensão e dificuldades para
desenvolver uma relação saudável a mãe.
Poderá, mais tarde, até ter dificuldades de relacionamento
sexual. Enfrentará problemas para gerir as emoções,
sobretudo a agressividade.
Sabe-se que filhos de mães deprimidas podem ter
problemas com hiperactividade.
Entretanto, é preciso deixar claro:
não se trata de colocar a culpa na mãe. O maior
risco à saúde da criança é psicológico,
mas ela pode manifestar sintomas corporais e comportamentais,
como dor de cabeça, dor de barriga, agitação,
pesadelos, anorexia (perda de apetite).
É importante que
a mãe perceba os seus sentimentos contraditórios
e que possa exterioriza-los. Que seja acolhida pelo seu meio,
marido, pais, amigos, vizinhos, pela sociedade em que vive.
Muitas
vezes esta fase critica poderá ser resolvida através
da terapia, ou seja, ajuda psicológica especializada.
Mais
artigos relacionados:
Baixo nível hormonal causa queda
de cabelo na mãe
A
depressão pós-parto
Psicose
puerperal necessita de tratamento
Os
Amigos Imaginários
Apenas um quarto
das mães portuguesas amamenta seis meses
|
|
|