A criança amamentada
desenvolve-se melhor

Os médicos têm observado que crianças que não foram amamentadas ou que tiveram desmame precoce apresentam doenças gastrointestinais, dermatológicas, respiratórias, imunidade e de desenvolvimento. As mães costumam chegar ao consultório com a mesma queixa: constipação frequente, diarreia e pneumonia .
Os resultados do desmame precoce são a constipação, a obesidade, a otite e doenças respiratórias. A composição do leite materno é uma das combinações mais perfeitas do universo. Proteína, caseína, lactose, enzima, gordura e açúcar na medida ideal. Esta composição é tão perfeita que a indústria moderna, tão sofisticada, não consegue fabricar um alimento que substitua o leite materno. A criança que é amamentada dorme melhor e chora menos. Tem melhor desenvolvimento psicomotor, melhor aprendizagem, é mais independente e mais decidida. Tem melhor relacionamento com a mãe e menor dependência. Um estudo feito em 20 crianças revelou que aquelas que foram amamentadas tinham duas vezes menos infecções do que as alimentadas com biberão.

Outro dado surpreendente é que crianças amamentadas têm menos problemas de alergia, eczema, bronquite asmática, obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares, constipação, anemia e cancro. Estudos mostram, ainda, que bebés adoptados chupam mais o dedo do que as crianças amamentadas e que as crianças amamentadas que eventualmente chupam o dedo, o fazem porque estão a ser amamentadas com restrição (precisam de mais mamadas) ou porque ficam muito tempo no berço. Cada vez mais os psiquiatras chegam a pensar que certos casos de alcoolismo, doenças psicossomáticas e frustrações sexuais estariam estreitamente ligados à falta de contacto estreito com a mãe nos primeiros anos de vida e principalmente à negação do seio materno.

As vantagens da amamentação a longo prazo seriam: crianças que andam mais cedo, maior desenvolvimento na escola, melhor comportamento social, menor índice de delinquência, facilidade nas relações sexuais e matrimoniais.

 

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